Sábado, Julho 04, 2009

SONO LETÁRGICO

Chamo a atenção dos leitores para o texto que publiquei, neste blogue, a 29 de Junho do ano passado.

Já nessa altura, num comentário recebido, registei a surpresa de alguém pelo atraso na decisão do caso que eu ali abordava.

Essa reacção era justificada. Que dizer agora, véspera do dia em que se cumprem dois anos sobre a data em que o Tribunal Constitucional abriu portas a um documento que pede a declaração de inconstitucionalidade da Lei do Aborto?

O Tribunal Constitucional deixou entrar o requerido, mas fechou-lhe a mente. E, depois disto, ainda há quem deite as mãos à cabeça e olhe como catátrofe social o gesto burlesco de um ministro, no meio de um triste areópago de maus comediantes.

Valha-nos Deus!
Joaquim Maria Cymbron

Sexta-feira, Junho 12, 2009

"Bella" exibido em Évora

O filme "Bella - True love goes beyond romance" será exibido em Évora, no próximo dia 18 de Junho, quinta-feira, pelas 21.30 h., no Auditório Soror Mariana.
As reservas podem ser feitas para o telemóvel 968529569 ou para o email bella.portugal@yahoo.com
É uma oportunidade única de ver um filme que tem marcado todos os que a ele têm assistido. Um drama romântico centrado nas questões tão actuais do aborto e da defesa da vida.

Sexta-feira, Junho 05, 2009

Federação pela Vida propõe imagens fortes contra o aborto

A Federação Portuguesa pela Vida (FPV) enviou um fax ao primeiro-ministro, José Sócrates, sugerindo a realização de uma campanha semelhante à que já foi proposta para o tabagismo, com imagens fortes que contrariem a prática do aborto.
"Não faz sentido apoiar uma campanha contra o tabagismo, mostrando imagens que salvam vidas, se não se fizer o mesmo com o aborto", disse ao PÚBLICO João Araújo, da direcção da FPV.
No documento enviado ao primeiro-ministro, a federação cita três organizações da área da prevenção do tabagismo para dizer que "para diminuir comportamentos errados é preciso desincentivá-los e fiscalizá-los, em ordem a mudar mentalidades".
A FPV recorda que quer os opositores do aborto, quer os que defendiam a sua despenalização afirmavam querer "diminuir os abortos". Houve "defensores" do "sim" no referendo que afirmaram mesmo que a despenalização "faria diminuir" o número de abortos, acrescenta o texto.
É nesse sentido que a federação propõe o lançamento da campanha "Aborto: mostra a verdade - imagens de aviso salvam vidas". Ao mesmo tempo, a FPV defende que o consentimento para o aborto seja assinado na ecografia do bebé a abortar e que a exibição de imagens deve ser feita para "dissuadir os promotores do aborto de divulgarem essa prática".
"Há centros de saúde em que a primeira coisa que se sugere é fazer a interrupção voluntária de gravidez", diz o dirigente da federação.
A FPV sugere ainda, na carta enviada a José Sócrates, que o aborto deixe de ser totalmente grátis, que haja consultas obrigatórias para dar alternativas para "a mulher empurrada para o aborto". Ao mesmo tempo, é ainda proposta a criação de uma linha telefónica que demova da prática do aborto e a ajuda do Governo às associações que apoiam grávidas em dificuldades.
João Araújo dá o exemplo: o Ponto de Apoio à Vida, de Lisboa, "tem mais pedidos de apoio" do que aqueles que é possível dar.
O responsável da FPV acusa ainda o Governo de ter regulamentado a lei do aborto por despacho, o que impossibilitou o Presidente da República de verificar se eram seguidas "as melhores práticas da Europa", como Cavaco Silva tinha pedido. Mas a FPV não irá queixar-se ao Presidente para que este vigie o que se passa com a aplicação da lei. Nem no caso de Sócrates não responder à carta enviada.

Quinta-feira, Junho 04, 2009

Este país não é para bebés: Portugal apoia pouco a natalidade

Portugal precisa de mais bebés para sair da crise e evitar a derrocada do sistema de pensões, mas o efeito prático dos incentivos públicos existentes é reduzido e, no que diz respeito à natalidade, tem dado poucos resultados. O problema não se põe só em relação às políticas do actual governo; é tão antigo quanto a democracia portuguesa. Se está a pensar ter filhos, saia do país e experimente noutro sítio - Luxemburgo, Alemanha, França, Bélgica ou Áustria, por exemplo.
Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) mostra que Portugal é dos países ricos onde, financeiramente, menos compensa ter filhos; onde as políticas públicas de redistribuição (através de impostos, contribuições e subsídios) são pouco generosas para os trabalhadores por conta de outrem quando comparado com a realidade de outros países.
De acordo com o estudo da OCDE "Taxing Wages 2007-2008", divulgado há três semanas, um casal de classe média que opte por ter dois filhos ganha mais 968 euros (rendimento líquido), valor corrigido de paridades de poder de compra que, por isso, permite a comparação entre países. O acréscimo ao rendimento salarial líquido representa metade (49%) da média da OCDE e 43% da média da União Europeia. Na Europa, apenas Espanha e Polónia têm incentivos menores. O rendimento líquido de um trabalhador é o dinheiro que cada um leva para casa já depois de pagos os impostos e contribuições para a Segurança Social e de recebidos todos os subsídios a que tem direito.
No caso de uma pessoa solteira portuguesa, a disparidade é maior: o benefício de ter filhos (dois) é de 1219 euros anuais - apenas 40% da média internacional, também corrigida do poder de compra.
Ana Cid, secretária-geral da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, acusa os sucessivos governos de "nada terem feito de significativo para derrubar as barreiras à natalidade". "Não pedimos incentivos, pedimos mais justiça. Ter filhos é um direito. E o que temos? As pessoas hoje têm metade do número de filhos que realmente desejam", refere, citando um estudo da consultora Netsonda. "Estamos a assistir a um desastre na natalidade: com menos pessoas a nascerem no futuro próximo haverá menos consumo e mais desemprego, como se vê pelo caso dos professores, problemas muito sérios no sistema de pensões", diz Ana Cid.
Jorge Arroteia, professor de Demografia jubilado da Universidade de Aveiro, considera que "a fertilidade cada vez mais baixa é uma hecatombe". E quais as causas? "As políticas públicas desajustadas, a mudança de comportamentos e de mentalidades, a instabilidade da economia e do emprego, tudo isto converge para um problema de grandes proporções."

Terça-feira, Maio 12, 2009

MULHERES PORTUGUESAS GOSTARIAM DE TER EM MÉDIA TRÊS FILHOS

A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas divulgou o estudo “Número de Filhos” elaborado com a coordenação ciêntifica do Professor Doutor Eduardo Brito Henriques, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. O objectivo é identificar qual o número de filhos que as mulheres portuguesas gostariam de ter e quais os obstáculos sentidos para que tal não aconteça.
Numa sondagem elaborada pela Netsonda, na qual participaram 829 mulheres em idade fértil, as conclusões revelam, entre outros factos, que o número desejado de filhos é francamente superior a 2.1 em todas as faixas etárias. As questões elaboradas centraram-se na diferença entre o número de filhos que se tem ou se projecta ter e aqueles que se desejaria ter e nas razões justificativas desta diferença.
“As conclusões apresentadas mostram que a imprescindível substituição de gerações é possível, desde que sejam criadas, em Portugal, as condições que vão ao encontro deste desejo, à semelhança do que tem vindo a ser feito na maioria dos países europeus.” afirma Fernando Ribeiro e Castro, Presidente da APFN. “É fundamental que o governo e a classe política em geral tomem medidas concretas rumo a uma política de família essencial para assegurar a sustentabilidade da nossa economia e tecido social, medidas essas que devem ir ao encontro do que as pessoas desejam. Infelizmente, têm vindo a ser implementadas medidas desadequadas, resultando em inútil consumo de recursos.” conclui.
Algumas das conclusões deste estudo referem que:
- O número desejado de filhos é francamente superior a 2.1 em todas as faixas etárias;
- Mais de 50% das jovens entre os 18 e os 24 anos gostaria de ter 3 ou mais filhos;
- Um quarto das mulheres até aos 30 anos gostaria de ter 4 ou mais filhos;
- Em termos de conjugalidade, as pessoas que estão em união de facto parecem desejar ter menos filhos do que as casadas;
- As maiores diferenças entre o nº desejado de filhos e os que pensam vir a ter estão nas mulheres entre os 25 anos e 34 anos;
- Muito vincada a percepção de que os filhos são caros e que as pessoas não têm condições para suportar alimentação, vestuário e despesas escolares;
- A seguir às questões financeiras, a possibilidade de ter um trabalho que permita continuar a acompanhar os filhos é a questão mais significativa, seguida das questões ligadas à Habitação;
- As questões relacionadas com mais licenças de trabalho são percepcionadas pelas mulheres como de última ordem;
- Nas várias áreas os apoios financeiros pela via das deduções em imposto são os preferidos – Dedução das despesas essenciais dos filhos e dedução nos impostos à habitação;
- Em termos de apoios escolares foi em média considerado mais importante o pagamento aos pais para colocação dos filhos na escola/creche à sua escolha;
- Em termos gerais, é significativo que todas as medidas tenham colhido bons resultados, parecendo mostrar a diversidade de necessidades e de opções da população. Esta diversidade é transversal a todas as idades, escolhas partidárias e escalão de rendimento.

23 e 24 Maio - II Congresso Nacional das Famílias Numerosas

Neste evento de grande significado para nós, celebramos o X Aniversário e, como tal, gostaríamos de contar com a presença de todas as famílias, numerosas ou não.
Como pode constatar pelo programa as propostas são variadas pelo que exigem diferentes modalidades de inscrição.
No dia 23 de Maio as actividades decorrerão no Centro de Congressos do Estoril e no dia 24, na Feira de Artesanato do Estoril.

Quarta-feira, Abril 29, 2009

UMA LIÇÃO DE VIDA

Numa análise mais superficial, poderia parecer deslocada a inclusão nesta página da notícia que colhi noutro espaço do universo informático. Realmente, neste blogue defende-se a vida humana desde o momento da concepção.
Qual, pois, a ligação desta luta com a homossexualidade? É muito mais estreita do que porventura se imagina. E por isso mesmo me decidi a transmitir o que li. A homossexualidade também constitui um atentado à vida porque é duplamente negação de vida: quando se expressa, nega a vida porque uma relação homossexual nunca está aberta à vida; e nega também a vida, enquanto é um dos veículos mais eficazes de propagação de SIDA.
Bem se pode dizer que África deu cartas ao mundo!

Terça-feira, Março 31, 2009

Bella, the movie

"BELLA" - um filme a não perder

O FILME “BELLA” MUDOU A VIDA DE CENTOS DE PESSOAS NOS ESTADOS UNIDOS.
AGORA PODE FAZÊ-LO TAMBÉM EM PORTUGAL. “BELLA” É O MELHOR FILME PROVIDA DE SEMPRE.
TRANSMITE UMA MENSAGEM INEQUIVOCAMENTE PROVIDA E EM CONTRA DO ABORTO.

Como nos cinemas Lusomundo esteve muito pouco tempo em cartaz em Lisboa e em muito poucas salas, um grupo de famílias pedimos à Lusomundo que contactasse a distribuidora a fim de fazer nova exibição do filme. Reservámos uma sala de cinema com capacidade para 150 pessoas no dia 19 DE ABRIL DOMINGO, ÀS 11HORAS NO CINEMA DAS AMOREIRAS.
Além de estarmos a dar oportunidade a muitas pessoas de verem o filme, se enchermos a sala a Lusomundo provavelmente terá todo o interesse em voltar a trazer o filme às salas, desta vez dando-lhe a publicidade adequada.
Pedimos que difundam esta ideia a famílias vossas conhecidas e/ou grupos de amigos, e que venham ter connosco dia 19 de Abril às 11 da manhã.
Bilhetes:4,5 euros

RESERVAS até 15 de Abril:
Paula Pimentel Calderón:91772878
Inês Forero:918737207

Sábado, Março 28, 2009

PUBLICIDADE DO ABORTO

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